Descubra Portugal: Palácio Hotel e Mata Nacional do Buçaco

Bem-vindos ao deslumbrante Palácio Hotel do Buçaco, localizado em Luso, na região central de Portugal, e no coração da Mata Nacional do Buçaco.

Construído para os últimos reis de Portugal, a partir de 1888, desde 1917 recebe hóspedes que buscam uma experiência digna de contos de fadas neste hotel de 5*. Já imaginaste ficar hospedado num verdadeiro palácio? Consulta a disponibilidade e preços no Palácio Hotel Bussaco aqui.

Uma curiosidade é que podemos encontrar Buçaco escrito com ss ou ç, o que causa alguma confusão sobre qual é a grafia correta. Pesquisei sobre isso, e descobri que quando aparece com SS trata-se da grafia antiga, e que com ç é a grafia moderna, adotada desde 1911.

Admito que, quando embarquei rumo ao Buçaco, só imaginava o palácio, e não tinha a menor ideia da grandiosidade e riqueza da mata que o rodeia. São mais de 105 hectares, que estão concorrendo a Patrimônio da Humanidade pela Unesco. Assistindo este vídeo, tu concordas que a Mata Nacional do Buçaco merece receber este título?

Além do Palácio e seus charmosos jardins, pela mata também encontramos fontes, miradouros, área de picnic, lagos e riachos.

O Palácio foi construído em estilo neomanuelino e, obviamente não poderia faltar na sua decoração, os grandiosos painéis de azulejos, que aqui representam a epopeia dos descobrimentos portugueses e a Batalha do Buçaco. Saiba mais sobre a história do Palácio e Hotel aqui.

A Batalha do Buçaco aconteceu aqui em 27 de setembro de 1810 e marcou a primeira derrota francesa durante a 3ª invasão. Descobre mais sobre a história da Batalha do Buçaco aqui.

Gostaste de conhecer a Mata e o Palácio Hotel do Buçaco? Então me conta aqui nos comentários e não deixa de me acompanhar no Youtube, blog e instagram, para não perder mais conteúdos sobre lugares lindos como este, em Portugal e no mundo!

** Este post contém links para sites afiliados. Ao comprar serviços oferecidos por estes sites, tu não pagarás nenhuma taxa a mais, muitas vezes ganharás descontinhos e ainda estarás ajudando o projeto Amanda Sem Fronteiras a trazer mais e mais dicas pra ti! Este site parceiro não manipula a minha opinião sobre a experiência que relatei neste post ou sobre o serviço oferecido. Recomendo apenas o que uso e confio, para ajudar no planejamento e organização da tua viagem! **

Enoturismo no Vale do Douro

Para quem visita o Porto e quer aproveitar uma dia explorando as incríveis paisagens do Vale do Douro, deixo aqui a minha recomendação do serviço da Lab Portugal Tours! 🤩

Partimos rumo ao belo Vale do Rio Douro pela manhã e retornamos ao Porto ao fim do dia, tempo suficiente para conhecer o vale, fazer passeio de barco pelo rio, visitar vilarejos e uma vinícola, além de ver paisagens apaixonantes. Para todos os lados, vimos plantações e mais plantações de uvas, para a produção do Vinho do Porto. As parreiras enfileiradas em “terraços” nas encostas das colinas, à beira do rio, formam uma paisagem lindíssima. O Alto Douro Vinhateiro consta na lista da UNESCO como Patrimônio da Humanidade, o que ajuda na conservação da paisagem, já que a construção de novos terraços ou hotéis, por exemplo, é controlada.

O Miguel, nosso guia particular, foi super atencioso e iniciou o tour contando a história do Vinho do Porto e do Alto Douro, bem como contos sobre personagens como a Dona Antonia e o Barão de Forrester e lendas da região.

Nossa primeira parada foi na pitoresca e charmosa vila de Provesende.

Em seguida, dirigimos pelo vale, em uma estrada fora da rota comum em passeios turísticos na região e apreciamos vistas incríveis! Esta é, sem dúvidas, uma das grandes vantagens do tour privado, já que o roteiro foi personalizado aos nossos interesses e preferências.

Em Pinhão, conhecemos a estação de trem (= comboio), decorada com lindos azulejos com imagens relacionadas à região. 

Lá, também almoçamos em um delicioso restaurante de comida típica portuguesa e fizemos um passeio de barco pelo Rio Douro, com direito à degustação de uma taça de vinho do tipo Tawny.

Visitamos também a Quinta do Panascal, onde o Vinho do Porto de marca Fonseca é produzido. Conhecemos as instalações e aprendemos sobre o processo produtivo, além de degustarmos três tipos de vinho do Porto e apreciarmos a bela paisagem. 

O Vinho do Porto apresenta características únicas, devido ao seu processo produtivo distinto de outros vinhos tradicionais. Este vinho é mais adocicado e encorpado que outros e seu teor alcoólico é elevado. Isto ocorre porque a fermentação é interrompida poucos dias após o início do processo, fazendo com que o açúcar da fruta seja mantido, ao invés de ser transformado em álcool. Assim, não é adicionado açúcar extra ao vinho, mas sim aguardente vínica, até atingir-se um teor alcoólico de aproximadamente 20%. Que tal?

Há quatro qualidades do vinho do Porto: Ruby, Tawny, Rosé e Branco. O Ruby e o Tawny diferenciam-se pelo modo de envelhecimento. O primeiro envelhece em balseiros, uma espécie de pipa gigante, assim o vinho tem menos contato com a madeira e com o oxigênio, mantendo o aroma frutado e a sua cor escura e, por isso, é chamado de Ruby. Já o Tawny, é armazenado e envelhecido por mais tempo em pipas menores, portanto, o contato com a madeira e com o oxigênio é muito mais intenso, o que acaba por clarear o vinho e dar-lhe um aroma amadeirado, lembrando frutos secos. Dentro de cada um destes tipos há, ainda, subcategorias de diferentes qualidades.

Uma curiosidade é que, apesar de ser conhecido como Vinho do Porto, na verdade nenhuma etapa da mágica da produção acontece na cidade do Porto! As vinhas e vinícolas, onde ocorre o início do processo, estão localizadas no Vale do Douro. Já as caves, onde os vinhos são armazenados e amadurecidos, situam-se em Vila Nova de Gaia: cidade que divide as margens do Douro com a cidade do Porto! Como Porto é também o nome do distrito (equivalente ao “estado”, no Brasil) e Gaia não era muito conhecida, decidiu-se comercializar o vinho com este nome. Portanto, foi estritamente uma estratégia de marketing, e não por ligação direta com a cidade do Porto!

Em Vila Nova de Gaia, às margens do Douro, situam-se diversas caves, de diferentes empresas. Assim, é possível também participar de uma visita guiada em uma delas, para completar a sua experiência de enoturismo e degustar diferentes qualidades do Vinho do Porto. O custo desta visita varia de acordo com a cave e com a opção escolhida.

Antigamente, as pipas de vinho viajavam pelo Rio Douro desde o Alto Douro até Gaia por barcos rabelos, levando cerca de 4 dias para descer e 1 mês e meio para retornar às quintas. Anos mais tarde, o transporte passou a ser feito por ferrovias, e as principais quintas dispunham de uma estação própria, muitas delas agora inativas. Atualmente, o transporte é feito exclusivamente por caminhões-pipa, e os barcos rabelos são mantidos às margens do Douro, em Gaia e no Porto, para promover passeios turísticos. O custo do passeio varia, pois pode ser comprado individualmente, em um pacote com a visita em uma das caves ou com passeio em ônibus turístico, clique aqui e veja as opções disponíveis.

Encerramos o passeio com uma vista incrível do alto do miradouro de São Leonardo da Galafura. Uma verdadeira obra de arte da natureza!

Quero registrar aqui o meu super agradecimento ao Miguel, nosso guia particular da Lab Portugal Tours, que foi muito atencioso e nos mostrou lugares deslumbrantes! A proposta de fugir um pouco da rota comum e fazer um passeio mais personalizado tornou o dia no Douro ainda mais especial! 

** Este artigo foi escrito a partir de um passeio a convite da Lab Portugal Tours.  Este site parceiro não manipula a minha opinião sobre a experiência que relatei neste post ou sobre o serviço oferecido. Recomendo apenas o que uso e confio, para ajudar no planejamento e organização da sua viagem! **

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Parque Terra Mágica Florybal

Na minha breve visita ao Brasil, tive a oportunidade de conhecer o Parque Terra Mágica Florybal, em Canela, na Serra Gaúcha. Localizado em uma bela área de natureza, com riacho e árvores para todos os lados, o parque encanta as crianças (e também os adultos)!

Em meio ao verde da natureza, o parque traz esculturas de dinossauros, seres mágicos, animais, personagens bíblicos e mitológicos, homens de pedra e muito mais! Isso sem falar no delicioso chocolate artesanal, produzido pela Florybal.

Parque Terra Mágica Florybal

O parque é dividido em várias seções e a experiência já começa no Pórtico de Entrada! Somos recebidos pelo Gigante Semeador, que carrega o mundo mágico nas costas, e depois passamos por um tunel, que nos liberta do peso do mundo real.

Uma das áreas mais interessantes do parque é o Território dos Dinossauros, com uma escultura mais impressionante que a outra!

O Mundo Animal também é puro encanto!

Toda esta beleza é protegida pelo Guardião da Floresta.

Há, ainda, o Espaço da Fé, o Lago das Deusas e o cantinho da mitologia.

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Além da beleza do parque, o que me fez admirar ainda mais a Florybal foi a responsabilidade social e a solidariedade praticadas pela empresa. A Florybal apoia instituições sociais, doando ingressos do parque, para que sirvam de atrativo em campanhas de doação de alimentos. Um belíssimo exemplo!

O parque está aberto diariamente, das 9h às 17h30min, inclusive domingos e feriados. É um passeio para uma tarde inteira (ou um dia) em família, já que o parque possui uma boa estrutura, com banheiros, restaurantes e muitas atrações.

Atualmente, o ingresso custa R$ 70 por adulto ou R$ 35 por criança, estudante ou idoso. Também são oferecidas algumas atividades que necessitam de um ingresso à parte, como o cinema 7D (R$ 20 por adulto e R$ 10 por estudante e idoso), o velociraptor (R$ 10), o passeio de Dino-Móvel, o vôo no Pterodáctilo (R$ 10 por pessoa) e os brinquedos do parquinho up (R$ 5 por brinquedo).

Para mais informações e preços atualizados, clique aqui e acesse o site oficial.

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Lago Vouliagmeni

Um dos belos lugares que conheci nos dias que passei em Atenas foi o lago Vouliagmeni. O lago fica a cerca de 1h de Atenas e é acessível pelo transporte público. A entrada é paga, pois faz parte de um Spa, já que suas águas são termais e com propriedades medicinais. A temperatura das águas varia entre 22° C e 29° C, então não estava muito quentinha, mas foi ótimo para me refrescar do calor!

O lago fica a apenas 50cm acima do nível do mar, então está constantemente se renovando, com suas nascentes subterrâneas o reabastecendo e o excesso de água transbordando para o mar.

Embaixo da água há um labirinto de cavernas que nunca foi completamente explorado. Um de seus 14 túneis, possui 800 metros de extensão, tornando-o o mais extenso do mundo.

O local tem uma ótima estrutura, com restaurante, cadeiras, espreguiçadeiras, guardas-sol, banheiros, chuveiros, parque para crianças, acessibilidade para cadeirantes e salva-vidas.

Lago VouliagmeniLago VouliagmeniLago Vouliagmeni

No lago vivem diversas espécies, incluindo o peixe Garra Rufa, mais conhecido como peixes-pedicure, por fazerem uma limpeza de pele através de “mordidinhas”.

Lago Vouliagmeni

Para mais informações sobre preços e horários de funcionamente, acesse o site oficial do Lago Vouliagmeni, clicando aqui.

Quer viajar e viver experiências incríveis também? Eu posso te dispensar de todo o trabalho de planejamento da sua viagem (que não é pouco!) e desenvolver um roteiro personalizado, adequado ao seu orçamento, tempo e prioridades! Entre já em contato para saber mais e andar sem fronteiras!

Montanhas Atlas, Aït Ben Haddou e Estúdio Atlas

Quando eu pensava em Marrocos, a única coisa que vinha à minha mente era o deserto do Saara, mas as belezas naturais que lá encontrei me surpreenderam! Comprei um pacote que já incluia duas noites de acomodação em Marrakech, um tour em grupo pelo interior do Marrocos e acampamento no deserto, com direito a passeio de camelo e refeições no deserto.

A caminho do deserto, passamos pela cadeia de montanhas Atlas, e pasmem: apesar de ser um país extremamente seco, há neve no topo de algumas montanhas! Apesar das curvas agoniantes, não há palavras para descrever a vista que tivemos ao longo do caminho.

Nossa próxima parada foi no Aït Ben Haddou, um vilarejo marroquino, considerado um oásis em meio ao deserto, por haver um riacho e alguma vegetação ao seu redor.  A vila já serviu de cenário para o cinema diversas vezes, como em Indiana Jones, Gladiador, Cleopatra, A Múmia, o Príncipe da Pérsia, Game of Thrones e diversos filmes bíblicos.

Ksar Aït Ben Haddou

As casas são construídas usando um tijolo especial, feito no local, com uma mistura de pedra, barro e palha. No telhado, são usados tijolos de barro e palha, como estes mostrados na foto abaixo. À medida que ocasionais chuvas caem na região, as casas são desgastadas e passam, então, a necessitar de alguns reparos na sua estrutura. Ainda hoje, existem famílias morando no local, sem energia elétrica ou saneamento.

Também visitamos o Estúdio Atlas, onde vimos o cenário (de gesso e isopor) de diversos filmes, como Asterix e Obelix, Gladiador, o Templo, Cleopatra e diversos filmes religiosos. O ingresso custou cerca de € 5.

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Dormindo no Deserto do Saara: uma das experiências mais incríveis da vida!

E o momento mais esperado da viagem chegou: andar de camelo e dormir no deserto do Saara! Porém, minha alegria não durou muito… 5 minutos depois de montar no camelo já estava pronta para descer! 😛 Digamos que não é o transporte mais confortável do mundo e, definitivamente, não é suave como andar a cavalo! Mas, é claro, valeu muito pela experiência!

Durante o caminho assistimos a um liiiindo pôr do sol!

Deserto do Saara

Passamos a noite em um acampamento nômade, onde dormimos em uma barraca grande, que acomodava 8 pessoas no total. Havia uma barraca que servia de refeitório, onde jantamos tajini, a comida tradicional que comentei em um post anterior.

Acampamento no Deserto do Saara

Após a janta, nos reunimos ao redor de uma fogueira e nos divertimos com nossos anfitriões cantando e dançando músicas típicas marroquinas.

Acampamento no Deserto do Saara

O céu que vi naquela noite foi simplesmente impossível de descrever ou registrar em fotos! Valeu a viagem inteira, de tão lindo e estrelado!

Durante a noite a temperatura caiu, mas não foi tão ruim quanto eu esperava. De qualquer forma, eles disponibilizaram cobertores suficientes: eu dormi com 2 cobertores a maior parte da noite e, mais tarde, puxei o terceiro.

O banheiro era uma pequena barraca com duas patentes no chão, bem longe do acampamento para evitar odores desagradáveis. Na foto abaixo vocês podem ver a barraca branca à distância.

Acampamento no Deserto do Saara

Na manhã seguinte, tomamos café da manhã com pão e chá marroquinos, contemplando o nascer do sol no deserto.

Acampamento no Deserto do Saara

Por fim, voltamos de camelo até a van para seguirmos viagem pelo inteiror do belo Marrocos.

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