Bratislava: roteiro de 1 dia

Depois de 5 anos, voltei a visitar a Bratislava, capital da Eslováquia, e hoje vim contar por que esta cidade merece entrar no teu roteiro de eurotrip. Além deste resumo, também já escrevi outro artigo sobre a Eslováquia: uma aula de história e cultura na Bratislava. Não deixa de conferir!

Vale a pena visitar?

Apesar de não ser um destino com tantos atrativos turísticos, é uma cidade com um ar muito gracioso e merece sim uma visita! Por ser uma cidade super “compacta”, é possível visitar toda a sua parte histórica caminhando e, assim, evitar despesas com transportes.

Como chegar lá?

A apenas de 1 hora de distância de Viena e 2h 30 min de Budapeste, recomendo muito que aproveites para passar um dia ou dois na Bratislava e logo conhecer também outra(s) destas capitais. Para quem não quiser alugar carro, uma ótima alternativa é o Flixbus, que oferece bilhetes a partir de € 4,95/trecho de Viena e € 9,95/trecho de Budapeste.

Gastronomia eslovaca

Outro motivo por que a Bratislava merece entrar no teu roteiro é a gastronomia eslovaca: uma das minhas preferidas! É obrigatório experimentar o Bryndzove pirohy e o Bryndzove halusky, o primeiro é uma espécie de tortellini e o segundo é tipo um mini-nhoque, ambos cobertos de queijo de ovelha. Para acompanhar, pede uma Kofola, a versão eslovaca da Coca-Cola, com menos açúcar e mais natural, com sabor de ervas. Recomendo o Slovak Pub, onde pedimos um “menu degustação”, com 3 pratos típicos para 2 pessoas, por € 18,50 (2022), e uma cerveja artesanal de 0,5l por € 2,30.

Outro prato que recomendo é a sopa de alho, servida no pão. É muito saborosa e cremosa, e não é tão forte como imaginamos! Seguimos a recomendação do guia, e fomos experimentar no 17’s bar. Aprovado e custou € 7,50 (2022).

Também experimentei uma espécie de pãozinho recheado com semente de papoula (sim, aquela flor). Tem um sabor bem suave, não muito doce, então as minhas formiguinhas não ficaram tão satisfeitas, mas valeu experimentar!

Onde se hospedar?

Ficamos hospedados no Park Inn by Radisson Danube, hotel 4* no coração da Bratislava. Fiquei super contente com o quarto: muito confortável e enorme, com direito a sala, cozinha e uma vista linda para o Castelo da Bratislava!

A piscina interna, spa e academia só vieram completar essa experiência. Recomendo para quem quiser passar uns dias de rainha/rei na Bratislava! Dá uma olhadinha neste vídeo para conhecer um pouco do Park Inn:

Seguro Viagem

Já sabemos a importância de estarmos cobertos por um Seguro Viagem, que além de ser uma exigência para brasileiros entrarem em qualquer país do Espaço Schengen, também nos livra de eventuais despesas de saúde, extravio de bagagem, atraso ou perda de voo, repatriação, além de todo apoio prestado pelas seguradoras.

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O que conhecer na Bratislava?

Nas duas visitas à Bratislava, participei de tours guiados a pé, daqueles em que o valor a dar de gorjeta é definido por ti, ao final do passeio. É a minha forma preferida de conhecer as cidades, porque assim descobrimos a história por trás dos monumentos, além de aprender sobre a cultura e a história do país, e aproveitar dicas de quem conhece verdadeiramente a cidade. Desta vez, fiz o passeio organizado pela empresa Discover Bratislava, mas basta pesquisar na internet “Free walking tour” + o nome da cidade, e logo encontrarão passeios deste tipo nas principais cidades europeias. Aqui está o resumão dos pontos turísticos da Bratislava:

No período medieval, a cidade era murada e o portão de St. Michael era um dos acessos à, hoje conhecida como, Cidade Velha. Atualmente, a torre abriga um museu (e estava em obras na visita de 2022).

Depois de apreciar a beleza do prédio do Teatro Nacional, a guia chamou a atenção para os bustos que se encontram na fachada. Eles representam diversos artistas, como Mozart e Beethoven, mas nenhum deles é eslovaco. Então, por que estariam eles ali? Pelo simples fato de que, quando o prédio foi construído, a Eslováquia fazia parte do Império Austro-Húngaro e, neste caso, todos esses artistas eram realmente nacionais.

Bratislava Teatro Nacional

Nos prédios em torno da praça central, localizada na Cidade Velha, há diversos consulados e departamentos governamentais. Minha primeira visita à Bratislava foi na época de Natal, então haviam diversas barraquinhas do mercado de natal, mas apenas algumas ainda estavam abertas, vendendo quentão, ponche e comidinhas.

A Bratislava é também marcada por diversas estátuas intrigantes. Vem comigo que vou te contar a história de algumas!

A estátua Cumil, de um homem em um bueiro, atrai muitos visitantes, pois está localizada em uma das ruas centrais da Cidade Velha. Porém, segundo a guia, a estátua não representa ninguém especificamente: foi colocada ali com o único objetivo de gerar curiosidade e atrair as pessoas para a região do centro histórico, que encontrava-se abandonado pela população local. A estratégia de marketing funcionou, porque hoje a estátua é ponto turístico, com fila para fotos! hehe

Há quem defenda que ele representa um homem trabalhador, há quem diga que ele está ali para olhar por baixo das saias (e por isso está com essa carinha sem-vergonha) e há quem acredite que dá sorte passar a mão na cabeça dele. Em qual destas teorias tu acreditas? 🙂

Bratislava Cumil

Com o sucesso desta estátua, várias outras começaram a surgir pela cidade, por exemplo, a estátua de Schöne Náci: um senhor que era conhecido na região pela sua simpatia (e este existiu de verdade!).

Bratislava

A Catedral de St. Martin é um dos principais pontos da cidade, pois tem um valor histórico muito forte. Ela foi usada como a igreja da coroação dos reis e rainhas do Reino Húngaro, entre 1563 e 1830. Pelas ruas da cidade, há símbolos que representam o caminho que os monarcas faziam após serem coroados nesta igreja. Segundo a guia, a cidade se tornava palco de festa durante as coroações e as fontes públicas tinham sua água substituída por vinho. Que tal?

A catedral foi construída em 1452, em estilo gótico antigo, e é uma das poucas no mundo com o estilo original ainda em pé, já que a grande maioria das igrejas europeias foram destruídas durante as guerras e reconstruídas em estilo neogótico.

Em frente à catedral, por muitos séculos existiu uma sinagoga, provando a tolerância existente no país. Porém, em 1970, a sinagoga foi destruída pelo governo comunista para a construção da rodovia e hoje é lembrada por uma imagem, no local que ocupava.

Durante o regime comunista, o governo decidiu que a (extinta) Tchecoslováquia teria uma capital com aspecto histórico, exibindo todos seus belos prédios antigos, e outra capital moderna. Assim, iniciou-se um processo de modernização (ao estilo comunista) da Bratislava, enquanto Praga foi mantida como a capital oficial e histórica do país. Como consequência, hoje o centro histórico da Bratislava é cortado por uma rodovia, estando o castelo de um lado, e a catedral do outro. A guia referiu-se a isto com um ar de tristeza e reprovação, já que, segundo ela, a estrada é uma “cicatriz no rosto da Bratislava”. Com cicatriz ou não, eu sinceramente achei a Bratislava uma menina muito bonita!

O miradouro Most SNP, no alto da ponte, é “carinhosamente” chamado de disco-voador (UFO Tower), já que tem um aspecto um tanto peculiar… 😉 Não subi na torre, mas ela é aberta a visitações, a uma taxa de € 9,90 (em 2022), que não é cobrada caso vás a um dos sofisticados restaurantes situados no topo.

O Castelo da Bratislava, construído no século X, já passou por diversas reformas, em decorrência de diversas guerras e incêndios ao longo dos séculos, que acabaram por alterar completamente o seu estilo arquitetônico.

Castelo da Bratislava

A vista do alto da colina do castelo sobre a Cidade Velha já vale a subida!

Igreja de Santa Isabel, também conhecida como Igreja Azul, também é parada obrigatória de visita na Bratislava, porque é toda diferentona e se destaca de qualquer outra igreja que eu já tenha visto!

Idioma

E que tal aprender umas palavrinhas em eslovaco, para ser simpático durante a visita? Já preparei uma lista das principais:

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Roteiro pela Baviera: Lindau em 01 dia (ou algumas horas)

No último verão, tive a oportunidade de visitar a belíssima região da Baviera, ao sul da Alemanha, e vou compartilhar as minhas dicas em uma série de artigos sobre as cidadezinhas por onde passei neste percurso. A parada de hoje será em Lindau, prepare-se para saber o que fazer em uma visita de 01 dia (ou algumas horas, pelo menos)!

Lindau é uma charmosa cidade-ilha alemã, na região da Baviera, pertinho da fronteira. O Lago Constança (Bodensee, em alemão), onde Lindau está situada, marca a fronteira entre três países: Alemanha, Áustria e Suíça.

Como a cidade é pequenina, a melhor forma de explorá-la é a pé. Caso viaje até lá de carro, a melhor opção é deixá-lo em um dos estacionamentos antes de entrar na ilha e atravessar a ponte Seebrücke caminhando, porque o espaço por lá é limitadíssimo!

Já na chegada, o Stadtgarten encanta a todos, com suas cores vibrantes!

A Maximilianstraße e a Fischergasse são as principais ruas do centro histórico de Lindau, e são puro amor! Sugiro que passeiem com calma, perdendo-se e apreciando cada cantinho.

Não deixe de passar também pelo Diebsturm, a torre que serviu de prisão por muitos anos, desde a sua construção, em 1380.

A Marktplatz é uma das principais praças da cidade, circundada pela St. Stephan Kirche e pela Münster Unserer Lieben Frau. Todos sábados e também às quartas-feiras, entre abril e outubro, a praça recebe a feirinha semanal a partir das 7h.

A Altes Rathaus, ou prefeitura antiga, chama atenção pela bela pintura da fachada! Foi originalmente construída no século XV e reconstruída diversas vezes ao longo dos séculos, tendo adotado marcas de diversos estilos arquitetônicos. Localiza-se na Bismarckplatz, no caminho para o porto de Lindau, e atualmente abriga uma biblioteca.

Às margens do porto, está a Mangturm, torre construída no século XII para a proteção da cidade e do porto. No passado, a torre estava ilhada no meio do lago e só era acessível por uma ponte elevadiça. Atualmente, atrai turistas pela vista e também abriga eventos lúdicos, em que os contos de fada retêm a atenção dos pequenos visitantes.

Uma das atrações é o porto, que tem uma bela vista para o lago, e dois símbolos da cidade: o leão da Baviera e o novo farol. Apesar do nome, o farol já não é tão novo assim, foi inaugurado em meados do século XIX, e pode ser visitado, para ter-se uma vista panorâmica do lago e da cidade.

Gostaste do roteiro e dicas? Me conta aqui se tu gostarias de conhecer essa linda região da Alemanha!

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Seguro-viagem adequado às tuas necessidades!

Ao planejar uma viagem internacional, precisamos pensar e preocupar-nos com muitos detalhes: a necessidade de visto, cuidados de saúde, condições de segurança do país, meios de transporte e outras questões às quais estaremos expostos durante a viagem, como clima, moeda e idioma. Isso sem falar na necessidade de organizar-nos e guardar dinheiro para reservar passagens, acomodação e cobrir todas as despesas da viagem. E, quando falamos em dinheiro, nós sempre procuramos um jeitinho de economizar, não é? Então, hoje vou contar para vocês que poderão economizar dinheiro, tempo e dor de cabeça ao contratar um seguro-viagem com a IATI Seguros!

A IATI é uma seguradora espanhola e oferece diversos tipos de seguros, para melhor atender às necessidades da tua viagem! Ou seja, tu consegues comparar as diferentes coberturas e verificar qual será a mais apropriada para ti. Entre as opções, estão:

  • IATI Básico: ideal para escapadelas, com coberturas básicas por um preço acessível (cobertura de €50.000 de despesas médicas no exterior, repatriação, auxílio no extravio, roubo, dano ou atraso de bagagem, e muito mais);
  • IATI Standard: para qualquer tipo de viagens (cruzeiro e cancelamento opcional), com cobertura de até €200.000 de despesas médicas, repatriação, maior valor de auxílio no extravio, roubo, dano ou atraso de bagagem, atraso na partida, adiantamento de fundos no caso de emergências, etc;
  • IATI Mochileiro: feito para mochileiros e aventureiros, com cobertura de até € 250.000 de despesas médicas, com salvamento e desportos de aventura incluídos e cancelamento opcional;
  • IATI Estrela / Premium: é o seguro mais completo da IATI, com os limites mais elevados! Garante até €350.000 de despesas médicas, com a opção de aventura/esqui, cruzeiro e cancelamento, maior cobertura em caso de atraso ou perda de transportes ou bagagem, acidentes, adiantamento de fundos no caso de emergências, repatriação e muito mais;
  • IATI Anual Multiviagens: para quem, assim como eu, ama viajar e faz múltiplas viagens ao longo do ano, ou de longa duração, esta é a melhor opção! Este seguro garante uma cobertura de até €200.000 em despesas médicas, inclusive no caso de desportos de aventura, auxílio financeiro no caso de atraso ou perda de transportes ou bagagem, acidentes, adiantamento de fundos no caso de emergências, repatriação e mais.

Para completar, o atendimento é feito em português, não há franquias ou a necessidade de adiantamento de despesas. Ou seja, se acontecer um imprevisto e precisares de atendimento médico, tu não terás o inconveniente de pagar as despesas e solicitar reembolso depois: a IATI resolve tudo diretamente.

Sabes aquela história que “o barato pode sair caro”? Pois é, deixar de contratar um seguro-viagem pode gerar uma despesa muuuuito superior à do custo do serviço. Ah, e para ajudar a diminuir o preço do teu seguro, a  IATI Seguros oferece um desconto especial de 5% para os leitores do blog Amanda Sem Fronteiras. Gostas de descontinhos? Então aproveita e contrata o teu seguro-viagem IATI aqui e tenha uma ótima viagem!

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Atrações do Porto: Igreja, Museu e Torre dos Clérigos

Um dos lugares mais icônicos do Porto é, sem dúvidas, a Torre dos Clérigos! Localiza-se no centro do Porto, junto à Igreja dos Clérigos, e ambas são cercadas por cafés e lojinhas. A Torre e a Igreja foram construídas no século XVIII e são unidas pela Casa da Irmandade, que hoje abriga o museu.

O local inicialmente era o lar da Irmandade dos Clérigos e é dividido em diversas salas: Casa do Despacho, Sala do Cofre, Cartório e antiga enfermaria. Abaixo, pode-se ver algumas salas e artigos expostos no museu.

Mesmo que você não queira visitar a torre e o museu, você pode conhecer a igreja  por dentro, porque nesta parte a entrada é gratuita!

Ao topo de 225 degraus e 75 metros de altura, a vista da torre estende-se até a Sé do Porto, o Mosteiro da Serra do Pilar, o Rio Douro, o Jardim da Cordoaria, a Livraria Lello e muito mais! Vamos dar uma volta 360º através das fotos? 

Esta foto mostra a vista da frente da torre, com o Rio Douro à esquerda, a Antiga Cadeia da Relação do Porto, que hoje abriga o Centro Português de Fotografia (prédio amarelo),  o Jardim da Cordoaria e a Reitoria da Universidade do Porto.

Na lateral direita da torre, podemos ver um complexo de lojas comerciais e estacionamento, com uma praça de cobertura. O prédio branco, à esquerda, é a Reitoria da Universidade do Porto. Na quadra seguinte, na região central desta foto, pode-se ver a famosa Livraria Lello, ao final do corredor de pedestres da praça comercial.

Esta foto mostra os fundos da torre e frente da Igreja, apontados em direção à Avenida dos Aliados, que eu considero o coração do Porto.

Nesta foto, da outra lateral da torre, podemos ver a Sé do Porto e, logo atrás, o Mosteiro da Serra do Pilar, em Vila Nova de Gaia (cidade que fica do outro lado do Rio Douro).

Sem dúvidas, este é um dos principais passeios que eu recomendo para quem visita o Porto! 

A entrada diurna custa €5 por pessoa e dá acesso à igreja, ao alto da torre e ao museu. Há também passeios noturnos e guiados, com valores diferentes. Para saber mais sobre os horários e preços atualizados, visite o site oficial, clicando aqui.

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O que fazer em Aveiro, a Veneza Portuguesa!

O meu primeiro passeio pelo interior de Portugal foi na bela cidade de Aveiro, a cerca de 75km do Porto. A cidade é a capital do distrito (=estado, em Portugal), e tem aproximadamente 80 mil habitantes. Recomendo muito o passeio para um bate-e-volta a partir do Porto, se tiveres mais do que 3 dias na região.

Como chegar

A partir do Porto, Aveiro é facilmente acessível de trem (PT comboio) ou de carro, que te permite liberdade para explorar bem a região!

Se pensares em alugar um carro para aproveitar a tua viagem com maior liberdade, acessa Rent Cars e compara os melhores preços em mais de 100 locadoras de veículos!

Onde ficar em Aveiro

Compara centenas de opções de acomodação em Aveiro ou no Porto, pelo Airbnb (com direito à descontão na tua primeira reserva) ou no Booking.com.

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Roteiro de 1 dia em Aveiro

A visita aos pontos turísticos já começa na própria estação de trens (PT comboios), que apesar de ter sido ampliada e modernizada, ainda conserva uma parte da pequena estação original, com os típicos azulejos azuis portugueses.

A cidade é conhecida como a “Veneza portuguesa“, devido aos canais formados pela Ria de Aveiro, a foz do rio Vouga. Por ali, são oferecidos passeios turísticos em barquinhos moliceiros, que antigamente eram usados para colher algas, também chamadas de “moliço”, para uso na agricultura. É a “gôndola” da Veneza Portuguesa! 😀

Vale a pena perder-se pela cidade, passear ao longo da Ria, e visitar a Ponte Laços da Amizade, pertinho do Shopping Forum de Aveiro. Ah, e não deixes de parar em uma das diversas padarias (PT pastelarias) para experimentar os famosos Ovos Moles de Aveiro, um típico doce à base de ovos e açúcar.

Outra parada obrigatória em Aveiro é o Parque Infante Dom Pedro – Parque da Cidade!

De lá, siga para a região da Costa Nova, que fica entre a Ria de Aveiro e o mar: impossível não apaixonar-se! A cidadezinha é encantadora, com chalés lindinhos, pintados com listras coloridas, mais conhecidos como “palheiros“. Eles foram construídos com a finalidade de serem armazéns ligados à pesca, mas atualmente são usados como casas de verão, atração turística ou restaurantes e cafés. 

A Praia da Costa Nova é simples, comparada a tantas outras linda praias portuguesas, mas é a alegria de todos que visitam ou vivem na região!

Além dos ovos moles, Aveiro também é famosa por outro doce tradicional: as Tripas de Aveiro, uma espécie de crepe, com a massa ligeiramente crua. Na verdade, é feito com a mesma massa da bolacha americana, a diferença é justamente o “ponto”, já que a bolacha tem que ser prensada por muito mais tempo para ficar crocante e bem assada. O recheio pode variar entre a opção mais tradicional, com o doce de ovos, até os mais diversos tipos de chocolate e outras doçuras! Apesar de o nome ser esquisito, não precisas torcer o nariz ou ter medo de experimentar, porque são mesmo uma delícia!

Gostaria de conhecer essa bela cidade de Portugal? Me conta aqui! E não deixa de ler também os artigos sobre outras regiões e atrações imperdíveis em Portugal.

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Mini-Europe: uma ótima ideia sobre o que fazer em Bruxelas

A Mini-Europe é uma interessante atração em Bruxelas (pertinho do icônico Atomium), com uma vasta exposição de miniaturas de construções e monumentos de diversas cidades europeias.

O parque Mini-Europe é um encanto! O ingresso custa em torno de € 15,50/pessoa, mas foi recompensado! Para conferir horários de acesso e preços atualizados, clique aqui e visite o site oficial.

Enquanto visita o parque, passeia-se por Paris, Bruxelas, Berlim, Sevilha, Londres, Atenas e muitas outras belas cidades! Prontos para esta mini-eurotrip?

  • Sevilha – Espanha: famosa pelas touradas, que aconteciam na Plaza de Toros, construída em 1760.
Mini-Europe Bruxelas
  • Escorial – Espanha: construído por Philippe II para comemorar a vitória sobre as tropas francesas, em 1557, e reunia as funções de monastério, basílica, convento, escola, biblioteca, entre outras. Lá ainda estão enterrados 26 reis e rainhas, além de armazenados 7.500 relíquias e 35.000 livros.
  • Santiago de Compostela – Espanha: a catedral foi construída no local onde foram encontrados os restos mortais do apóstolo Santiago, e é um dos lugares sagrados para os cristãos.
  • Algarve – Portugal: famosa e bela região ao sul de Portugal.
Mini-Europe Bruxelas
  • Lisboa – Portugal: Torre de Belem, construída no início do século 16 para proteger o porto.
  • Londres – Reino Unido: Westminster Palace possui mais de 3 km de corredores, em seus 286 metros de largura.
  • Longleat – Reino Unido: construída entre 1570 e 1580, impressiona pela simetria de sua arquitetura.
  • Cashel, Glendalogh and Ballydavid – Irlanda: pedra de St. Patrick, igreja de St. Kevin, Torre do sino, Gallarus Oratory
  • Bruxelas – Bélgica: Grand Place, praça onde situava-se o comércio local, e reúne belos prédios e o City Hall.
  • Bruges – Bélgica: o Belfry (campanário) e o comércio estão centralizados na Tanners’ square, a praça principal da cidade.
  • Celles – Bélgica: Veves Castle, da Idade Média.
  • Maastricht – Holanda: Town Hall, de meados do século 17, na cidade mais antiga e ao sul da Holanda.
  • Amsterdam – Holanda: com uma série de anéis de canais e mais de 1200 pontes, a cidade era um promissor centro comercial no século 17.
  • Alkmaar – Holanda:
  • Copenhagen – Dinamarca: Nyhavn, com suas casas coloridas, foi um importante porto comercial nos séculos XVII e XVIII. Atualmente reduziu-se a um ponto turístico.
  • Mnajdra – Malta: templo criado 3.400 anos a.C., considerado um dos mais antigos no mundo, porém não se sabe muito sobre a civilização que construiu-o pois “desapareceram” em torno de 2.500 a.C.
  • Chenonceaux – France: o castelo do século XVI foi construído sobre o Rio Cher.
  • Paris – França: Arco do Triunfo, no centro da praça Charles de Gaulle, finalizado em 1835 para glorificar o Império Napoleônico. Ao fundo, vê-se também a mini Torre Eiffel.
  • Pisa – Itália: a Piazza del Duomo é a principal atração de Pisa, onde situa-se a Campanile, a famosa torre inclinada desde a sua construção. Próximos à torre também estão a catedral, construída entre os séculos XI e XIII, e o batistério.
  • Veneza – Itália: o Palazzo Ducale, construído entre os séculos XIV e XV, serviu de residência do Duque, corte e governo até 1797.
  • Zagreb – Croácia: igreja de São Marcos, construída no século XIII.
  • Bonn – Alemanha: a  casa em rosa representa a casa onde Bethoven nasceu, em 1770.
  • Trier – Alemanha: Porta Nigra é um monumento do Império Romano, construído em 180d.C.
  • Praga – República Tcheca: o relógio no Old Town Hall, de 1410, indica o horário local, o Sumerian (dividido em 12 partes entre o nascer e o pôr do sol), o Italiano (de 0 a 23), a posição astronômica da Terra e dos planetas, e o calendário.
  • Budapeste – Hungria: as piscinas Széchenyi, no parque Városliget, foram construídas a partir de 1913.
  • Gdansk – Polônia: Artus Court era o centro comercial da região, no século XV.
  • Monasterio de Rila – Bulgária: construído no local onde era a casa de Jean de Rila, quem teve grande influência espiritual para esta nação.
  • Olavinlinna Castle – Finlândia: construído em 1475, era usado como fronteira de defesa contra a Rússia.
  • Estocolmo – Suécia: prefeitura de Estocolmo, inaugurada em 1923.
  • Atenas – Grécia: a acrópole, situada no ponto mais alto de Atenas, foi construída no século 5 a.C, em homenagem aos 12 deuses gregos. O Pártenon foi dedicado especialmente à deusa Atena.

Enfim… são muitas atrações! Não fotografei várias miniaturas,  então faltaram alguns países, como Estônia, Latvia, Lituânia, Eslováquia, Romênia, Eslovênia e Chipre.

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Auschwitz e Birkenau

Escrever sobre Auschwitz e Birkenau não é fácil, assim como visitá-los também não foi. Mas é importante falar sobre isso, para que as atrocidades cometidas nunca sejam esquecidas e, assim, não corramos o risco de repeti-las.

Auschwitz I foi fundado na metade de 1940, devido à superlotação das prisões com o crescente número de prisioneiros polacos, e foi ampliado nos anos seguintes. No fim de 1941, os alemães construíram o seu maior campo: Auschwitz II-Birkenau, que tornou-se o maior campo de extermínio em massa de judeus. Auschwitz II-Birkenau chegou a abrigar 90 mil prisioneiros em 1944. Auschwitz III – Monowitz, surgiu em 1942 como um subcampo, em Monowice, sob administração de Auschwitz, mas posteriormente foi considerado independente. Além destes três maiores, entre 1942 e 1944, surgiram outros 47 subcampos menores, também sob comando de Auschwitz.

Inicialmente, Auschwitz concentrava apenas prisioneiros polacos, mas com o avançar da guerra, também foram para lá enviadas pessoas de outros países ocupados pelos alemães, ciganos e prisioneiros de guerra soviéticos. Já na chegada, as pessoas eram selecionadas, e todos aqueles considerados inaptos para o trabalho (pessoas doentes, idosos, mulheres grávidas e crianças) eram enviados diretamente para as câmaras de gás e nem sequer eram marcadas nos registros do campo.

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Seleção em Auschwitz II-Birkenau (AUSCHWITZ-BIRKENAU – história e presente, 2010, p. 11)

“Dentre um mínimo de 1,3 milhões de todas as pessoas deportadas para o campo KL Auschwitz, foram registradas e direcionadas ao campo cerca de 400 mil pessoas: cerca de 200 mil Judeus, 150 mil Polacos, 23 mil Ciganos, 15 mil prisioneiros de guerra soviéticos e 25 mil prisioneiros de outras nacionalidades. Mais de 50% dessas pessoas morreram em conseqüência da fome, trabalhos forçados, grande terror, execuções e também por resultado das péssimas condições de vida, doenças e epidemias, castigos, torturas e criminosos experimentos médicos.” (AUSCHWITZ-BIRKENAU – história e presente, 2010, p. 8)

Vítimas Auschwitz
Vítimas de Auschwitz (AUSCHWITZ-BIRKENAU – história e presente, 2010, p. 12)

Entre as outras vítimas estão algumas centenas, ou até milhares, de priosineiros checos, bielorussos, fraceses, russos, alemães, austríacos, eslovacos e ucranianos.

Os campos de concentração e de extermínio de Auschwitz e Birkenau estão localizados em Oświęcim, a aproximadamente 1h e 30min de Cracóvia, e pode-se chegar lá por transporte público ou em grupo. O acesso ao museu e aos campos é gratuito, mas é preciso aguardar em uma fila para emissão de um ticket nominal para o visitante (deve-se apresentar documento de identificação). O museu, que ocupa os blocos de Auschwitz-I, está aberto diariamente, a partir das 8h, e encerra a diferentes horários em cada época do ano (variando entre 15h, no inverno, e 19h, no verão). A duração da visita varia de acordo com o tempo dedicado a cada sessão do museu, mas eu recomendo no mínimo 3h e 30min para Auschwitz I e mais 1h a 1h e 30min para Auschwitz II-Birkenau.

O campo, como um todo, é um museu e memorial. Cada bloco é dedicado a um tema, onde alguns relatam cada parte desta triste história, outros relembram as vítimas e suas nacionalidades, outros reúnem as evidências encontradas ou relembram as péssimas condições de vida dos prisioneiros.

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Foto aérea contemporânea dos terrenos do antigo campo Auschwitz I, tirada por Wojciech Gorgolewski (AUSCHWITZ-BIRKENAU – história e presente, 2010, p. 14)
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As fotos, os relatos e os artigos expostos são chocantes.  Centenas de fotos e descrições pessoais de prisioneiros em ambos os lados de um corredor. Toneladas de cabelo feminino, que seria vendida como matéria-prima para a produção de tecido. Incontáveis malas, roupas, calçados e objetos pessoais, de pessoas que não imaginavam que estavam embarcando no que, muito provavelmente, seria a última viagem de suas vidas. Centenas de latas vazias de Zyklon B, o veneno usado nas câmaras de gás. A cela nº 27, onde o gás foi testado pela primeira vez. A parede onde tantos foram fuzilados. A câmara de gás e o crematório.

Após a visita ao museu, fomos a Auschwitz II-Birkenau, que é muito maior, com centenas de barracas, muitas delas destruídas pelos próprios alemães no final de 1944, na tentativa de apagar as provas dos seus crimes. Com a aproximação do exército soviético, os nazistas destruíram câmaras de gás, documentos e objetos, e evacuaram a pé todos os prisioneiros que ainda tinham condições de andar e enfrentar o rigoroso inverno polonês, em janeiro de 1945.

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Foto aérea contemporânea dos terrenos do antigo campo Auschwitz II-Birkenau, tirada por Wojciech Gorgolewski (AUSCHWITZ-BIRKENAU – história e presente, 2010, p. 15)
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Em Birkenau, podemos ver uma réplica de como eram internamente as barracas de alojamento e de latrinas. O que não se consegue sequer imaginar é como era a vida dos prisioneiros e como chegamos a tal atrocidade. Em 27 de janeiro de 1945, o Exército Vermelho finalmente chegou a Auschwitz e libertou os cerca de 7 mil prisioneiros que ainda lá estavam.

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Após a libertação, o campo tornou-se um memorial por iniciativa de um grupo de ex-prisioneiros. Atualmente, é mantido pela Polônia, com o apoio financeiro da Alemanha e de outros países, diversas instituições, fundações, pessoas particulares e projetos sociais. Para saber mais, acesse o material oficial do museu, gratuito e super detalhado, aqui.

“Those who do not remember the past are condemned to repeat it.” George Santayana

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A magia do Cirque du Soleil

Uma das razões que me fez adicionar Barcelona no roteiro da viagem que fiz em maio, apesar de já ter visitado a cidade anteriormente, foi a vontade de assistir ao Cirque du Soleil. Eu já havia assistido a um espetáculo deste famoso circo em 2008, em Miami, e desde então ansiava por ir novamente, porque é simplesmente fantástico!

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O Cirque du Soleil surgiu na década de 80, no Canadá, como uma reinvenção da arte circense, sendo baseado em performances, música e fantasias, com espetáculos recheados de criatividade e sem animais. O Cirque tem diversos espetáculos, sendo alguns fixos e outros itinerantes, que viajam o mundo impressionando os espectadores com as habilidades dos seus talentosos artistas, oriundos dos quatro cantos do planeta.

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Eu assisti ao show Totem que representa a evolução da humanidade. Entre os incríveis números do show, havia a leve e bela dança de um casal de trapezistas, os malabarismos com tigelas enquanto as artistas equilibravam-se em uniciclos, as fantásticas acrobacias, os agoniantes e velozes giros sobre patins, a dança com arcos e a incrível exibição de força nos anéis e barras, além da graciosidade dos palhaços.

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Há bilhetes entre € 37 e € 165, que oferecem diferentes visões do palco. Como eu queria aproveitar muito essa experiência, eu decidi pegar um lugar na primeira fila, entre a lateral e o centro. Neste caso, paguei € 78 e achei o lugar excelente, com uma vista incrível! Para saber mais sobre este e outros espetáculos do Cirque du Soleil, acesse o site oficial, clicando aqui.

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Viena das artes

Com tanta arte e cultura disponíveis em Viena, eu não podia perder a oportunidade de assistir a um concerto. Foi uma experiência totalmente diferente de tudo que eu já havia vivenciado anteriormente e, portanto, eu adorei!

Apesar de a Vienna State Opera House ser a mais famosa e bela de Viena, eu fui à Haus der Musik, que cabia melhor no meu bolso. Paguei € 35 por um lugar na categoria A, mas havia outras opções de assentos e preços, mais altos ou baixos. O auditório era super pequeno e informal, muito diferente da minha expectativa, mas valeu pela experiência de assistir à apresentação, que era o objetivo principal.

Concerto em Viena

Além das apresentações musicais, por um grupo formado por violinistas, violoncelistas e um pianista, o espetáculo “Imperial Classic Orchestra” ainda foi complementado pelo belo canto de duas sopranos e dois tenores e pela graciosa dança de uma bailarina.

 

Foram tocadas melodias de Mozart, Strauss, Haydn e Vivaldi. Antes de cada peça, um dos músicos fazia uma breve introdução, cheia de humor, do que seria apresentado a seguir.

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Toledo: o que fazer em 1 dia!

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A 75 km de Madri, localiza-se a charmosa cidade de Toledo: uma visita imperdível, que nos remete aos tempos medievais. Pelo transporte público, você pode optar entre o ônibus da Alsa, que leva cerca de 1h e é um pouco mais barato, ou o trem-bala da Renfe, que leva apenas 35 minutos desde Madrid-Puerta de Atocha até Toledo!

Sugiro que você compre o passeio em ônibus turístico da City SightSeeing, porque o preço é acessível e ele nos permite ter uma visão panorâmica da cidade por fora dos seus muros e além do rio Tejo. Se optar por fazer este circuito andando, levará mais de 1h e o percurso não é muito fácil, porque envolve subidas. Além disso, você pode subir e descer do ônibus o quanto quiser, dentro de 24h, e ainda pode fazer um passeio guiado à pé pelo centro da cidade e contar com alguns descontos oferecidos por empresas parceiras. O passeio em ônibus turístico pode ser reservado clicando aqui, ou, se preferir, você pode comprar aqui uma excursão de 8h, porque assim já está incluso o transporte de ida e volta entre Madrid e Toledo, e um passeio com guia de 1h e 30 min pelo centro de Toledo.

Toledo é um amor, com a sua arquitetura de forte influência árabe, e o bom mesmo é perambular pelas suas ruazinhas! Este roteiro é para ajudá-lo a se guiar, e assim ir conhecendo as coisas na melhor ordem, mas vale fugir um pouco dele e “se perder” pelas ruelas! Pronto para passear?

Caso você opte por chegar a Toledo por trem e comprar o passeio do ônibus turístico City SightSeeing, minha sugestão de roteiro é:

  • Estação de Trem: construída entre 1916 e 1920, em estilo Neomudéjar (árabe). Seu salão principal apresenta uma bela decoração, conservando a antiga bilheteria, pinturas, lustres e vitrais. Pegar o ônibus turístico aqui mesmo!

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  • Mirante Do Vale: aproveitar a parada de alguns minutinhos que o ônibus faz aqui, para admirar e tirar fotos da bela vista de Toledo!

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  • Ponte De San Martín: descer do ônibus nesta parada (nº 7 – Puente de San Martín), para apreciar a bela ponte do século XIV e seguir caminhando para dentro dos muros da cidade.

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  • Monastério de San Juan De Los Reyes: A construção do monastério começou em 1477 e só foi concluída em 1526. O monastério e a igreja foram muito danificados durante a guerra de independência espanhola, no início do século XIX, mas os trabalhos de restauro só iniciaram no final do século, sendo entregues à Ordem Franciscana em 1954. Ingresso: € 2.80*.

  • Sinagoga Santa María La Blanca: Atualmente um monumento nacional, a sinagoga foi construída no século XII e convertida em uma igreja da Ordem Calatrava no século XV. Em meados do século XVI, passou a abrigar uma beataria para prostitutas arrependidas e, no século XVIII, tornou-se o quartel da cidade. Após a guerra civil espanhola, no início do século XIX, foi entregue à Igreja Católica. Ingresso: € 2.80*.
  • Rua De São Tomé
  • Igreja De São Tomé: Após a conquista da cidade, no século XII, o edifício de uma antiga mesquita passou a abrigar a Igreja de São Tomé. Só no século seguinte, devido à sua deterioração, a igreja passou por extensas reformas. Ingresso: € 2.80*.
  • Igreja de São Ildefonso Jesuitas: Construída no século XVII em estilo barroco, vale a pena subir na torre, porque a vista da cidade é bonita. Ingresso: € 2.80*.
  • Termas Romanas: vestígios da prosperidade que marcou Toledo durante o Império Romano (séculos I- II d.c), foram utilizadas até o século VI. Acesso gratuito.
  • Prefeitura (ayuntamiento de Toledo)
  • Catedral De Toledo: catedral de estilo gótico, do século XIII. Acesso gratuito.
  • Alcázar De Toledo: palácio fortificado com muitos séculos de história, que foi usado como residência dos reis da Espanha em períodos, a partir do século XVI, e como ponto de resistência durante a guerra civil, em 1936. Porém, durante a guerra o palácio foi quase totalmente destruído e, posteriormente, passou por grandes reformas. Atualmente, abriga a Biblioteca de Castilla-La Mancha e o Museu do Exército. Acesso gratuito.
  • Plaza Zocodover: ao redor desta praça há várias ruelas, cheias de lojinhas, vale a pena perambular por ali!

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  • Mercado San Agustin: mercado com diversos restaurantes, parece bem moderninho, mas não fomos até lá. Nós almoçamos no Restaurante Palacios e comemos super bem, sem pagar muito, então gostei! Há uma parede cheia de prêmios por recomendações Routard, de vários anos!
  • Ponte de Alcantara: vale a pena dar uma caminhadinha de 12 minutos até lá, porque tem uma vista bonita para o Castillo De San Servando. Aliás, tem escada rolante “Escaleras Zocodover”, para subir e descer o morro, então não é tão sofrido! Apesar de não ser possível visitar o castelo, a vista é bonita para fotos. Depois, pode voltar pelas escadas, para continuar fazendo o circuito por dentro da cidade murada.

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  • Puerta Del Sol

  • Puerta De Bisagra

  • Muralha de Toledo: Toledo passou por diversas fases de conquistas por diferentes povos e, por isso, suas muralhas surgiram como forma de proteção para a cidade.

  • Jardines de la Vega: O jardim não é uma parada obrigatória em Toledo, mas, se sobrar tempo, vale dar uma caminhadinha por ali.
  • Palacio de Galiana: às margens do rio Tejo, este palácio foi construído no século XI pelo Rei Al Mamun, e possui este nome em homenagem à princesa muçulmana Galiana. Fica a 15 minutos andando da estação de trem, então é uma boa visita para encerrar o dia em Toledo, antes de retornar a Madrid!

* Alternativamente, caso queira visitar por dentro todas as igrejas, monastério e sinagoga, seria mais econômico comprar a Pulseira Turística de Toledo, do que pagar a entrada individual em cada uma. Atualmente, a pulseira pode ser adquirida em qualquer um dos sete monumentos onde ela dá acesso, por € 9. Estes monumentos são: Real Colegio Doncellas Nobles, Monastério de San Juan De Los Reyes, Sinagoga Santa María La Blanca, Igreja de São Ildefonso Jesuitas, Igreja De São Tomé, Cristo de La Luz – Antiga Mesquita e Igreja do Salvador.

Ah, quem vai a Toledo precisa experimentar o doce típico: o Mazapán. Ele é feito de amêndoas, ovo e açúcar. Acredita-se que é de origem árabe e que foi introduzido na Espanha durante a invasão muçulmana, no século VIII. Nós compramos na loja Mazapan de Sao Tome, que fica em frente à Praça Zocodover, e recomendamos!

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