10 atividades para tornar a quarentena positiva e produtiva

Oiê! Tudo bem com vocês? Espero de coração que sim!

Que, mesmo no meio do caos, ainda consigamos enxergar com olhos positivos: a solidariedade, o senso de responsabilidade e a preocupação com a saúde e o bem-estar coletivo, independentemente das fronteiras geográficas.

Vamos superar juntos o Covid-19 e sair disso mais fortes, ao invés de mais ansiosos e estressados? A escolha é nossa! Fiz uma lista de 10 atividades para tornar a quarentena positiva e produtiva!

1. Ler!

Para quem prefere leituras curtas, o blog tá cheio de artigos de lugares lindos e dicas, para continuarmos sonhando com o mundo, que logo vamos voltar a visitar!

Para os amantes dos livros, recomendo A Coragem de ser imperfeito (é a minha leitura do momento), A Sutil Arte de Ligar o F*da-se, Adeus, China, O Menino do Pijama Listrado. Vocês recomendaram também: Sapiens, Ensaio sobre a cegueira, 100 anos de solidão e A Casa dos Espíritos. O que mais vocês recomendam?

2. Aprender algo novo

Há diversos cursos online gratuitos, liberados pela FGV online, Harvard, SENAI e Udemy, por exemplo, e o YouTube também tá carregadinho de conteúdo útil!

Eu tenho aproveitado o tempo para fazer diversos cursos da Rock Content, para aprender mais sobre o mundo do Marketing Digital e trazer um conteúdo cada vez melhor para vocês!

3. Exercitar o corpo e a alma

Nós já sabemos que exercitar o corpo e a alma é fundamental para equilibrar o nosso organismo, né? Entre os diversos hormônios liberados durante a atividade física, a endorfina estimula a sensação de bem-estar, controla a ansiedade e diminui o estresse, o cortisol trabalha a imunidade e a serotonina ajuda a regular o humor.

Diversas academias estão liberando vídeos de atividade física para ajudar na motivação (Fitness Hut, por exemplo) e há apps como o Insight Timer com meditação guiada. Que tal experimentar?

Além disso, é importante sabermos filtrar as informações que absorvemos e termos clareza sobre o que podemos fazer e controlar e o que não podemos, ou seja, que não adianta panicarmos a respeito.

Neste momento que estamos sendo atacados pelos noticiários, WhatsApp e redes sociais, com vídeos, informações (muitas vezes falsas) e notícias tristes sobre o COVID-19, vocês sabiam que existem sites só com notícias positivas? Conheçam: Good News Network e Positive News.

4. Desacelerar e Refletir

Quando imaginaríamos o que o mundo está passando no momento? Nós, que estamos habituados a correr, a querer mais e a nunca ter tempo para tudo que queremos, vimos o mundo inteiro gritar por ajuda, e do dia para a noite, nós mudamos. Agora, mais do que nunca, o mundo nos relembra que somos um e estamos todos ligados. O cuidado de um, salva a vida do outro.

Vamos aproveitar este período para conversar (mesmo que por vídeo-chamada), refletir, repensar, reinventar e valorizar a relação humana, a solidariedade e o nosso papel na sociedade.

5. Jogos

Podemos também aproveitar o tempo para jogar cartas ou jogos de tabuleiro com quem estivermos dividindo a quarentena, ou experimentar alguns jogos virtuais: a Secret City Trails liberou vários jogos gratuitos para continuarmos enxergando o mundo, mesmo que seja do nosso sofá!

6. Colocar em dia séries e filmes!

Já assistiram Parasita e outros indicados ao Oscar 2020?

Eu já maratonei a série Anne with an E e La Casa de Papel – Parte 4, e vocês? O que têm assistido?

7. Organizar e Doar

Rever tudo que está entulhado no armário, esperando a oportunidade de ser doado para quem precisa! Doar é um ato de amor!

8. Assistir aos shows (lives) dos artistas favoritos

Já pensou em assistir um show de casa, do teu sofá, sem uma multidão e pagando barato pela cerveja? 🙂

Então dá uma olhada nas redes sociais dos teus cantores favoritos, porque muuitos artistas estão fazendo shows por live no Instagram, Facebook e Youtube!

9. Viajar pelo computador

Conheces o Google Arts and Culture? Podemos visitar museus, monumentos, bibliotecas incríveis, lugares que inspiraram autores de livros, apreciar arte de rua e muito mais: tudo sem sair de casa!

10. Continuar sonhando com o mundo

Isso vai passar, e o mundo vai continuar lindo à nossa espera, só vamos adiar um pouquinho os planos de conhecê-lo mais. Por enquanto, continuamos lendo, vendo fotos e salvando todas as dicas dos lugares que pretendemos conhecer em breve!

O que mais vocês têm feito? Contem-me nos comentários!

Fiquem em casa, fiquem bem! Beijos, Amanda ❤

Retrospectiva 2018 e Feliz 2019!

Pra mim, fim de ano é sinônimo de reflexão sobre tudo o que aconteceu e tudo que eu desejo para o novo ano. 2018 foi um ano de muitas mudanças e muitos desafios, em que eu aprendi o verdadeiro significado de resiliência, de continuar em frente, trabalhando para superar dificuldades e abrir as  portas fechadas. Para a minha alegria, pude contar com pessoas muito especiais ao meu lado, que tornaram meu ano muito mais feliz e apoiaram-me em todos os desafios. Além disso, também tive um ano cheio de novos destinos, experiências e aprendizagem! Vem comigo nessa retrospectiva 2018!

Janeiro/2018

Comecei 2018 passando a virada do ano em Berlim. Nunca tive muita vontade de conhecer a Alemanha, mas preciso admitir que Berlim me surpreendeu e só me deixou com vontade de voltar a visitar outras cidades alemãs!

Fevereiro/2018

Fevereiro foi o mês de viajar a trabalho, mas cada segundo livre foi muito bem aproveitado para conhecer um pouco dessas cidades lindas! Meu destino final era Dubai, mas fiz uma escala de aproximadamente 20h em Istambul, o que me deu algum tempo para conhecer os principais pontos da cidade, experimentar muuuuita comida local e me deixar louquinha para voltar à Turquia (especialmente para conhecer a Capadócia)!

Março/2018

Março foi o mês de ir ao Brasil matar aquela saudade da família e dos amigos e, no caminho, fiz uma escala em Madri e curti um pouco da cidade, que já tinha visitado no ano anterior.

Abril/2018

Abril foi o mês de receber a visita de uma amiga de infância e passear com ela por Portugal. Fomos à Lisboa, Cascais, Porto, Espinho, Aveiro, Ovar e outras cidades pequeninas e encantadoras de Portugal.

Maio/2018

Pela primeira vez, viajei sozinha à lazer e foi uma experiência incrível! Parti com o objetivo de me conectar comigo mesma, refletir e repensar algumas decisões importantes. Voltei me sentindo feliz, forte, determinada e com as energias renovadas. Visitei novamente minha amada Barcelona, e aproveitei para conhecer Valência e Andorra, dois lugares que ganharam o meu coração!

Junho/2018

Junho não foi mês de viagens, porque estive ocupadíssima distribuindo risadas e fazendo a festa com os meus amigos! Teve Copa do Mundo, teve Festa de São João e teve Rock in Rio em Lisboa: querem desculpas melhores para reunir os amigos e se divertir muito?

Julho/2018

O verão chegou na Europa, e para onde fomos? Para as lindíssimas praias do sul de Portugal: o Algarve! Fiquei perdidamente apaixonada pelas paisagens e já estou ansiosa pelo próximo verão!

Agosto/2018

No mês que os turistas empilham-se pelas cidades e praias, escapei para o interior e visitei o Parque Nacional Peneda-Gerês, dividido entre Portugal e Espanha. Visitei cascatas lindíssimas e curti muito as belezas naturais da região. Além disso, também fiz uma “viagem no tempo” e fui a uma incrível festa na era medieval, em Santa Maria da Feira, e visitei a colorida cidade de Águeda.

Setembro/2018

Setembro foi um mês super especial! Comecei o mês visitando Óbidos, Nazaré e a incrível ilha da Berlenga Grande, na região central de Portugal.

Na segunda metade de setembro, recebi a visita da minha irmã e meu cunhado e fizemos uma viagem incrível, passando por várias cidades na Polônia, sul da Alemanha, nordeste de Suíça, Liechtenstein e Áustria!

Outubro e Novembro/2018

Outubro e novembro foram meses de muito trabalho, importantíssimos para pensar nos novos projetos para 2019!

Dezembro/2018

Encerrei o ano com chave de ouro, fazendo um passeio de enoturismo pelo Vale do Douro, em Portugal, a convite da Lab Portugal Tours. Foi um passeio lindíssimo e vocês podem ver mais detalhes aqui!

E, é claro que, o meu amado Porto não pode faltar nessa retrospectiva, já que é o meu lar doce lar, de janeiro a dezembro!

2018 foi um ano de muitos desafios, mas também de muitas realizações. Cada um de vocês foi muito importante para tornar este ano tão especial e feliz! Muito obrigada por viajarem comigo! Feliz 2019, que todos os dias sejam de muita alegria, saúde, amor, paz e realizações! Beijão ❤

A magia do Cirque du Soleil

Uma das razões que me fez adicionar Barcelona no roteiro da viagem que fiz em maio, apesar de já ter visitado a cidade anteriormente, foi a vontade de assistir ao Cirque du Soleil. Eu já havia assistido a um espetáculo deste famoso circo em 2008, em Miami, e desde então ansiava por ir novamente, porque é simplesmente fantástico!

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O Cirque du Soleil surgiu na década de 80, no Canadá, como uma reinvenção da arte circense, sendo baseado em performances, música e fantasias, com espetáculos recheados de criatividade e sem animais. O Cirque tem diversos espetáculos, sendo alguns fixos e outros itinerantes, que viajam o mundo impressionando os espectadores com as habilidades dos seus talentosos artistas, oriundos dos quatro cantos do planeta.

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Eu assisti ao show Totem que representa a evolução da humanidade. Entre os incríveis números do show, havia a leve e bela dança de um casal de trapezistas, os malabarismos com tigelas enquanto as artistas equilibravam-se em uniciclos, as fantásticas acrobacias, os agoniantes e velozes giros sobre patins, a dança com arcos e a incrível exibição de força nos anéis e barras, além da graciosidade dos palhaços.

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Há bilhetes entre € 37 e € 165, que oferecem diferentes visões do palco. Como eu queria aproveitar muito essa experiência, eu decidi pegar um lugar na primeira fila, entre a lateral e o centro. Neste caso, paguei € 78 e achei o lugar excelente, com uma vista incrível! Para saber mais sobre este e outros espetáculos do Cirque du Soleil, acesse o site oficial, clicando aqui.

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Viajar é muito mais que turistar

Pela primeira vez na vida viajei a lazer sozinha. Parti sozinha porque precisava repensar algumas coisas na minha vida e precisava de espaço e de tempo. Isso permitiu, além de me conectar comigo mesma, também me abrir para conhecer e conversar com outras pessoas, o que dificilmente acontece quando viajamos com companhia.

Enquanto tomava café-da-manhã no hostel, observei um senhor brasileiro de uns 50 e poucos anos conversando, em português, com um rapaz mais jovem, que claramente só falava espanhol. Era perceptível que havia uma certa dificuldade na compreensão mas, ainda assim, se comunicavam, e era isso o que importava.

Lá pelas tantas, o senhor ligou o tablet e começou a mostrar um vídeo sobre o Pará. O orgulho e a alegria dele em compartilhar aquilo com um novo conhecido me fez ter ainda mais orgulho da cultura e da amabilidade do povo brasileiro. Aliás, morando no exterior é que eu tive a oportunidade de conhecer mais brasileiros, do país inteiro, e ver que a nossa essência é sempre a mesma: somos feitos de alegria e de paz (e só de pensar nisso, já me dá uma alegria danada)!

Não perdi a oportunidade de puxar conversa com ele também, e quase acabei atrasada para o tour que eu havia agendado! 🙂 Comentei que havia observado a comunicação dele com o espanhol, e ele me respondeu que, há muitos e muitos anos, ele aprendeu a falar inglês, mas depois decidiu não usar mais, porque o nosso idioma materno faz parte de quem somos e ele não queria perder essa marca, usando um idioma estrangeiro. Achei engraçado, e isso me fez pensar como cada pessoa tem uma perspectiva diferente sobre a vida e sobre o que nos define.

Continuando a conversa, ele me contou que já tem os filhos criados e que ele não precisa, nem quer, mais do que um pouco de dinheiro para ir pagando os hostels pelo caminho. Para mim, mais do que o idioma, é isso que o define. Alguém que sabe viver, que tem a consciência de que o material é vazio e de que a vida é feita de experiências.

E é por isso que eu amo viajar, porque muito além de visitar pontos turísticos, nós sempre temos muito a aprender, sobre os lugares, sobre as pessoas e sobre nós mesmos. Bora embarcar nessa?

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Happy New Year!

E com o fim do ano vem uma reflexão extra, em adição ao agradecimento diário pela saúde, paz e amor que Deus tem abençoado a mim e a todos os meus amados. Traz um pensamento profundo sobre nossas vidas e tudo que aconteceu ao longo do ano, e neste ano tive muito a refletir a respeito.

Quero agradecer a Deus não só por 2015, mas também por 2014 (antes tarde do que nunca). Costumava pensar em 2014 como um ano de sentimentos ruins e desagradáveis: estresse, cansaço, ansiedade. De fato, me estressei com a pressão do TCC, me cansei da rotina que tinha e estava extremamente ansiosa por algumas mudanças em minha vida. Mas também foi um ano muito importante: foram estes sentimentos que levaram às realizações de 2015. Apesar de todo estresse, consegui fechar a etapa da graduação da forma como eu sonhava. Foi o cansaço da rotina que me fez tomar a decisão de fazer uma pausa na minha carreira para aprender mais aqui fora. Não foi só o inglês que me trouxe aqui, mas a vontade de viver tudo mais que esta experiência envolve. A ansiedade que senti por meses me preparou para esta experiência, afinal tive tempo pra pesquisar, assistir milhares de vídeos e ler uma incontável quantidade de posts em blogs.

2015 foi incrível, com sua riqueza de emoções e momentos inesquecíveis. Muito obrigada Deus, por nos emprestar seus anjos, que são nossas famílias e amigos, e por guiar e abençoar nossas escolhas e nosso caminho.

Não posso dizer que não sinto saudades da família, dos amigos e às vezes até daquela rotina. Este é, definitivamente, a parte mais difícil, o pior “contra” entre todos os “prós”. Há algumas semanas eu li um texto, escrito por Ruth Manus, que não poderia descrever melhor o mix de sentimentos que temos em nosso peito, então preciso citá-lo aqui: “É o peito eternamente divido. É chorar porque queria estar lá, sem deixar de querer estar aqui. É ver o céu e o inferno na partida, o pesadelo e o sonho na permanência. É se orgulhar da escolha que te ofereceu mil tesouros e se odiar pela mesma escolha que te subtraiu outras mil pedras preciosas.”.

Mas, com absoluta certeza, não me arrependo dessa escolha, que não foi (e ainda não é) fácil. Pensar no quanto já aprendi aqui e o quanto gosto da minha nova vida ajuda a aliviar a dor da saudade. Aprendi a levar a vida de uma forma muuuuito mais leve, a viver com menos (e mais, ao mesmo tempo): menos estresse, menos pressa, mais tempo livre, mais recordações.

Ainda tenho muito a aprender, mas, citando Ruth Manus novamente, “Será que a gente aprende? A ser filho de longe, a amar via Skype, a ver crianças crescerem por vídeos, a fingir que a mesa do bar pode ser substituída pelo grupo do whatsapp, a ser amigo através de caracteres e não de abraços, a rir alto com HAHAHAHA, a engolir o choro e tocar em frente?”. Sinceramente? Não sei se um dia aprendemos a lidar com todos estes sentimentos mas, enquanto isso, permaneço por aqui, tentando descobrir.

Que 2016 seja ainda melhor que 2015! Feliz ano novo!

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And with the end of the year comes an extra thought, in addition to the daily thanks for the health, peace and love that God has blessed me and my beloved ones with. It brings a deep thought about our lives and everything that happened throughout the year, and this year I had a lot to think about.

I want to thank God not just for 2015, but also for 2014 (better late, than never). I used to think of 2014 as a year of bad and unpleasant feelings: stress, tiredness, anxiety. In fact, I was stressed with all the pressure of my monograph, I got tired of the routine I had and I was extremely anxious and looking forward to some changes in my life. But it also was a very important year: all these feelings brought me the accomplishments of 2015.  In spite of all the stress, I finished my bachelor degree the way I dreamt. It was the tiredness of my routine that made me decide to pause my career to learn more here. It wasn’t only the English that brought me here, but also the will to live everything else that this experience involves. The anxiety I felt for months prepared me for this experience, as I had time to search, to watch a thousand videos and to read an uncountable quantity of posts in blogs.

2015 was amazing, rich in emotions and unforgettable moments. Thanks God, for lending us your angels, who became our family and friends, and for guiding us and blessing our choices and our path.

I can’t say I don’t miss my family, my friends and sometimes even that routine. This is definitely the hardest part, the worst “con” among all the “pros”. Some weeks ago I read a text, written by Ruth Manus, that couldn’t better describe the mix of feelings we have in our chest, so I have to quote it here: “It’s the eternally divided chest. It’s crying because we wanted to be there, while wanting to be here. It’s seeing heaven and hell in the departure, the nightmare and the dream in the stay. It’s being proud of the choice that offered you a thousand of treasures and hating yourself for the same choice that took another thousand of treasures from you.”.

But I’m absolutely sure I don’t regret this choice, which wasn’t (and still isn’t) easy. Thinking of how much I’ve already learnt here and how much I like my new life helps to ease the pain of being away. I’ve learnt how to take it easy, how to live with less (and more, at the same time): less stress, less haste, more free time, more memories.

I still have a lot to learn. But, quoting Ruth Manus again: “Will we ever learn? How to be a son/daughter in the distance, how to love via Skype, how to watch children growing up through videos, how to pretend that the bar table can be replaced by the Whatsapp group, how to be a friend through letters instead of hugs, how to laugh loudly with HAHAHAHA, how to hold the tears and move on?”. Honestly? I don’t know if we can ever learn how to deal with all these feelings but, in the meanwhile, I’ll remain here, trying to figure it out…

May 2016 be even better than 2015! Happy New Year!